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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Yappr - um jeito divertido de aprender inglês

"Yappr é um site, um repositório de vídeos, uma interface de aprendizagem da língua inglesa e uma rede social. Enfim, é uma idéia genial. Parte do princípio de que as pessoas nativas aprendem suas línguas brincando, no dia-a-dia, falando com seus pais, amigos e parentes. Somente depois é que aprendem a gramática e os demais elementos da norma culta de uma língua. O Yappr segue essa lógica. O aprendizado de inglês deve ser interessante para aquele que aprende. Para isso, o yappr trabalha com vídeos sugeridos pelos internautas."
Fonte :http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=478174344310082344&postID=2682065339071526903&from=pencil

Alfabeto de animais em inglês

Uma maneira divertida de ensinar o alfabeto em inglês para os pequenos, aprendendo os nomes de alguns animais e ainda ouvindo o som de sua voz. Além disso, é possível desevolver atividades de escrita com a letras em forma de animais, como os nomes das crianças ou títulos de histórias sobre o tema.
Para os professores, o site oferece ainda a opção de baixar atividades em PDF para impressão.
Fonte : http://alphabetimals.com/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Especialistas: tecnologia nas escolas depende de mais conteúdo



Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.

Depois de prefeituras e governos estaduais receberem ou adquirirem cerca de 574 mil laptops por meio do Programa Um Computador por Aluno (UCA), o Ministério da Educação (MEC) acena com a possibilidade de inserir os tablets nas salas de aulas das escolas públicas brasileiras. Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.



A diretora da Fundação Pensamento Digital, Marta Voeclker, aponta que a escola pode "mudar de paradigma" a partir da tecnologia. Ela ressalta que o uso das máquinas - seja um computador, laptop ou tablet - pode transformar a lógica do aprendizado. Alunos deixam de ser meros "recebedores" de conteúdo e podem evoluir para autores. "A tecnologia nos ajuda a sair de uma educação por instrução e memorização para uma educação de construção e colaboração. Umatecnologia que a criança use a imagem, escreva e formalize ali seu entendimento. Se tenta mudar a escola há 100 anos e a tecnologia vem ajudar nisso", explica.


Sob esse ponto de vista, Marta defende que o "hardware" não importa tanto. O essencial é ter à disposição ferramentas que possibilitem um uso educacional de laptops e tablets para que as máquinas não sejam meros reprodutores dos conteúdos que já estão nos livros didáticos. "A escola vai aos poucos se tornando digital, os professores estão fazendo blogs, a gente se apropria das redes sociais, mas não há algo pensado para a escola que precisa de uma transição para a época digital", aponta.


A especialista no uso das tecnologias da educação ressalta, entretanto, que essa transição da escola analógica para a digital precisar ser feita aos poucos. Leva tempo e exige uma reflexão da sociedade a respeito do que se espera da escola. "Quando o educador começa a trabalhar esses projetos chega um momento que o sistema não reconhece o que ele está fazendo. Isso está acontecendo em todo o mundo. No Brasil nós temos um ambiente mais propício à mudança, até do ponto de vista da legislação. Mas é uma mudança grande porque aí chegam as avaliações que hoje ainda se baseiam muito na memorização", diz Marta. "O que precisava é de um pensamento estratégico dentro do governo para pensar esse assunto a longo prazo", completa.


Para Ilona Becskeházy, diretora da Fundação Lemann, a primeira e principal estratégia é buscar conteúdos pedagógicos que possam ser acessados por meio dos equipamentos. "Se você não selecionar conteúdo de alto padrão, tanto faz se é papel, lousa, ou tablet. E isso a gente não faz no Brasil. A lógica deveria ser: primeiro você busca o conteúdo e depois você procura como é a melhor maneira de distribui-lo. Se ele for bom pode ser até um mimeógrafo", critica.


Em 2012, pela primeira vez, o edital publicado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra dos livros didáticos que são distribuídos às escolas públicas do País inclui os chamados "objetos educacionais complementares aos livros didáticos". Isso significa que as editoras poderão apresentar conteúdos em formato digital que, se aprovados, poderão ser adquiridos pelo governo para uso na rede pública.

Fonte: terra.com.br

sábado, 21 de janeiro de 2012

Bullying na Internet é problema global, mostra pesquisa


Mais de 10 por cento dos pais ao redor do mundo afirmaram que seus filhos sofreram bullying na Internet e quase um quarto conhece um jovem que já foi vítima das intimidações na Web, segundo uma pesquisa da Ipsos/Reuters.

Mais de três quartos das pessoas questionadas na pesquisa global consideraram o ciberbullying diferente de outros tipos de perseguição e disseram que ele merece atenção especial e esforços de pais e de escolas.
"Os dados mostram claramente um apetite entre pessoas ao redor do mundo por uma resposta direcionada ao ciberbullying", disse Keren Gottfried, da empresa de pesquisas Ipsos, que conduziu a pesquisa.
Ela acrescentou, contudo, que depende dos educadores agir de acordo com essa demanda.
A pesquisa online, que englobou mais de 18 mil adultos em 24 países, dos quais 6.500 são pais, mostrou que o veículo mais utilizado para o ciberbullying são sites de redes sociais como o Facebook, citado por 60 por cento das pessoas.
Aparelhos móveis e salas de bate-papo na Internet ficaram nos distantes segundo e terceiro lugares da pesquisa, sendo que cada um deles foi citado por 40 por cento das pessoas.
Embora a pesquisa tenha mostrado que a conscientização sobre o ciberbullying é relativamente alta, com dois terços das pessoas afirmando que ouviram, leram ou viram informações sobre o fenômeno, a pesquisa mostrou que há muitas diferenças culturais e geográficas a respeito dele.
Na Indonésia, 91 por cento dos entrevistados disseram conhecer o ciberbullying. Na Austrália, o número foi de 87 por cento, e Polônia e Suécia ficaram a seguir. Mas somente 29 por cento das pessoas ouvidas na Arábia Saudita e 35 por cento dos entrevistados na Rússia haviam ouvido sobre o ciberbullying.
Nos Estados Unidos, onde divulgou-se amplamente casos de ciberbullying ligados a suicídios de adolescentes, o número foi de 82 por cento.

Fonte: noticias.uol.com.br

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Unesco, Brasil e Estados Unidos lançam projeto para ensinar respeito nas escolas

Coordenado pela Unesco e financiado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, projeto reconhece o papel fundamental das escolas no combate à discriminação racial e étnica.


O projeto Ensinando o Respeito para Todos, resultado de cooperação entre a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), os Estados Unidos e o Brasil, será lançado hoje (18) em  Paris. Esse é o primeiro passo de um processo com duração de três anos, cujo objetivo é desenvolver currículos que promovam o aprendizado da convivência na escola.

Coordenado pela Unesco e financiado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, o projeto reconhece o papel fundamental das escolas no combate à discriminação racial e étnica. O objetivo da primeira fase do projeto é rever os currículos escolares, as legislações e as políticas de educação para a tolerância a fim de identificar as melhores práticas nessa área.

Participam do lançamento a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, a secretária adjunta para Organismos Internacionais do Departamento de Estado dos EUA, Esther Brimmer, e o secretário executivo da Secretaria Especial de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial, Mário Theodoro Lisbôa.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Proteja seu PC

Este clipe curto  animado mostra atitudes e conhecimentos  em relação à preservação dos nossos dados e informações pessoais quanto ao uso seguro na Internet. Proteja-se, Proteja seu PC tudo em um. Cidadãos digitais responsável começa com saber o que procurar e como se proteger, o seu computador e sua família contra as ameaças digitais. Este vídeo vai ajudá-lo com o básico e é bem adequado para todos os membros da família.

Fonte:http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=hP18GfVBUy8&NR=1