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segunda-feira, 26 de março de 2012

Redes sociais a serviço do ensino

Mais de 5 milhões de estudantes brasileiros já pertencem a uma rede social na internet, como o Facebook ou o Twitter. A novidade é que, agora, parte deles começa a frequentar esses círculos virtuais estimulados pela própria escola - e com fins educativos. Alguns colégios, a maioria particular, fazem uso simples de tais redes, colocando ali informações como calendário de aulas e avisos. Muitas vezes, incluem ainda exercícios e o conteúdo das aulas, recurso que vem se prestando a aproximar os pais da vida escolar.
 
O maior avanço proporcionado por esses sites, no entanto, se deve à possibilidade que eles abrem para o aprendizado em rede - o que já acontece há mais tempo, e com sucesso, em países como Japão e Inglaterra. No espaço virtual, os alunos debatem, sob a supervisão de um professor, temas apresentados na sala de aula e ainda, de casa, podem tirar dúvidas sobre a lição.
 
O Twitter está sendo também adotado nas escolas por uma de suas particularidades: como nenhum texto ali pode ultrapassar 140 caracteres, os alunos são desafiados a exprimir ideias com concisão - habilidade revelada por grandes gênios da história e tão requerida nos tempos modernos. A experiência tem funcionado no Colégio Hugo Sarmento, de São Paulo, onde os estudantes se lançam em animadas gincanas das quais saem campeões aqueles com o maior poder de síntese. Conclui o professor de português Tiago Calles: "As redes fazem parte da vida deles. Não há como a escola ignorá-las".
 
Esse já é um consenso. O que se discute é como fazer uso seguro - e produtivo - das redes. Entre os sites de relacionamento, o Twitter agrada às escolas justamente por preservar, ao menos em parte, a privacidade dos alunos: é preciso nome de usuário e senha para tomar parte dos encontros on-line promovidos pelo colégio. Todo o conteúdo que resulta daí, porém, fica disponível na internet e qualquer um pode ver.
 
Preocupadas com isso, muitas escolas preferem criar redes próprias, que funcionam como uma intranet. "Evitamos assim a exposição dos alunos e temos condições de nos responsabilizar pelo que acontece na rede", explica Eduardo Monteiro, coordenador no Colégio Santo Inácio, do Rio de Janeiro, onde há um ano os alunos participam de debates virtuais que abarcam todas as disciplinas.
 
Outro perigo do ambiente virtual, este de ordem pedagógica, diz respeito ao tipo de linguagem que os alunos tendem a usar na rede, bem distante da norma culta. Não é fácil estimulá-los a empregar o bom português nesse contexto. Avalia Adilson Garcia, diretor do Colégio Vértice, em São Paulo: "Em atividades on-line, damos o exemplo aos estudantes, respeitando a pontuação e fugindo do coloquial - mas eles costumam escrever muito mal".
 
De todos os desafios, no entanto, talvez o mais difícil seja tornar o ensino em rede algo realmente eficaz. Nos Estados Unidos, por exemplo, algumas escolas que haviam aderido à modalidade se viram forçadas a voltar atrás. Quando os exercícios ocorriam nos domínios do colégio, verificou-se que os estudantes tinham o hábito de engatar em chats e navegar por sites de fast-food enquanto a aula virtual se desenrolava - um fiasco. Com base na experiência internacional, já se sabe um pouco do que funciona nesse campo. A mais bem-sucedida de todas as medidas tem sido colocar as crianças para compartilhar projetos de pesquisa em rede, reproduzindo assim (ainda que em escala bem menor) o que se vê nos melhores centros de pesquisa do mundo.
 
O Brasil está começando a adotar as redes virtuais no ensino com pelo menos cinco anos de atraso em relação a países da OCDE. O conjunto de experiências brasileiras, até agora, parece apontar para a direção certa - mas requer avanços. "É preciso integrar melhor o uso das redes ao currículo escolar. Sem isso, os efeitos serão modestos ou nulos", pondera José Armando Valente, do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Unicamp.
 
Para executar tarefa de tamanha complexidade, antes de tudo é necessário que as escolas disponham de uma equipe de professores bem treinados, artigo raríssimo num país que acumula tantas deficiências nesse setor. Por completa inexperiência, muitos deixam os computadores acumulando pó e, quando fazem uso deles em sala de aula, é para dar burocráticas lições de informática. Há, portanto, um gigantesco caminho a percorrer - e isso deve ser feito logo.

terça-feira, 13 de março de 2012

Diversidade X diversificado

A escola constitui um espaço, onde a diversidade se manifesta em diferentes anglos, dessa maneira é condizente afirmar que as múltiplas visões sobre a diversidade caracterizam a formação de um currículo amplo, direcionado e pautado nas diferenças culturais, étnicas, raciais, sexuais entre outras.
A sociedade brasileira demonstra um claro confronto entre as muitas visões sobre o tema diversidade. Quando determinados grupos levantam a bandeira para o fim da opressão aos mais diversos preconceitos, outros definem a questão como um comportamento desprovido de quaisquer fundamentos.
A homofonia presente em nossa sociedade é um claro exemplo que destacamos aqui, em quantos grupos organizados luta para o seu fim, ainda temos cidadãos que nega a sua existência ou de maneira mais cruel contribui para a sua proliferação. Isso acontece pelo simples fato de que constituímos seres humanos com diferentes anseios e princípios, onde as mais diversas concepções entram em confronto com "x da questão", não se trata apenas de concordar ou descordar, mas sim de se opinar e fazer valer a sua visão frente ao que julga coerente, pertinente ou condizente com os preceitos de uma sociedade "correta".
Transparecer, então, sobrepõem a convencer, não basta apenas expor sua ideia, quando o que de fato está em jogo é a necessidade de mudança, o que certamente nos remeta a ideia de idealizar o que é novo, e isso é uma tarefa hercúlea, pois definir uma ideologia, apoiar um preceito, lutar por um objetivo ou lutar por um direito são questões que estão longe de um final democrático.
A diversidade, portanto, entra em confronto com as diversas visões. E o que na verdade vai definir o certo o errado? Uma questão sem respostas ou com diversas respostas, das mais amplas ideologias, partindo de uma sociedade diversificada.
 Fonte:http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/10366/diversidade-x-diversificado?utm_source=ALLINE

sexta-feira, 2 de março de 2012

Escolas com tablets podem ser opção à evasão, diz ministro

Ao comentar a decisão de distribuir tablets para professores do ensino médio na rede pública, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira que as escolas precisam ficar mais atrativas para os alunos e que investir nesse tipo de tecnologia pode ser uma alternativa à evasão escolar.
"A escola tem que ficar mais interessante", ressaltou, explicando que o mercado de trabalho aquecido do País se torna grande atrativo para que os jovens deixem a escola. "A geração nova quer essas informações. Não dá para a gente ficar só com o quadro-negro do século 17", completou.
Ao participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Mercadante lembrou que 320 mil professores já foram qualificados por meio de cursos de formação para utilizar o tablet. O próximo curso, segundo ele, deve ter carga horária de 350 horas.
"Essa luta eu já comprei - vamos ter computadores na escola. O professor vai ter todas as chances de se modernizar se quiser", disse. "Impensável, no século 21, é ter um professor que não pode entrar no Google", concluiu.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Yappr - um jeito divertido de aprender inglês

"Yappr é um site, um repositório de vídeos, uma interface de aprendizagem da língua inglesa e uma rede social. Enfim, é uma idéia genial. Parte do princípio de que as pessoas nativas aprendem suas línguas brincando, no dia-a-dia, falando com seus pais, amigos e parentes. Somente depois é que aprendem a gramática e os demais elementos da norma culta de uma língua. O Yappr segue essa lógica. O aprendizado de inglês deve ser interessante para aquele que aprende. Para isso, o yappr trabalha com vídeos sugeridos pelos internautas."
Fonte :http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=478174344310082344&postID=2682065339071526903&from=pencil

YouTube para escolas

"O YouTube para escolas permite acesso a milhares de vídeos educacionais no YouTube EDU.  Use os vídeos do YouTube para enriquecer suas lições em sala de aula, introduzir um assunto, exemplificar uma teoria, aproveitar as vantagens do raciocínio visual para a aprendizagem e muito mais. YouTube.com/Professores ajuda os professores a aprenderem como usar o YouTube como uma ferramenta educacional eficaz.

As escolas podem personalizar o conteúdo disponível. Todas as escolas têm acesso a todo o conteúdo do YouTube EDU, mas os professores e administradores também pode fazer login no YouTube.com e criar listas de reprodução de vídeos que estarão disponíveis na escola." http://www.youtube.com/schools.
 
Fonte : http://of2edu.blogspot.com/
 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Mestrando no Mercosul

O Processo ensino e aprensizagem é uma constante na vida de um Profissional da área de educação. Estamos continuamente engrenados na realidade de estarmos em contsrução de conhecimentos.
Essa realidade real e virtual só é percebida quando nos encontramos frente a frente com nossos limites e, Acredite: Aceitamos que temos limites!
Tem solução? Podemos superar os limites apresentados? Como?
Investindo em novas possibilidades. Aí surge o MERCOSUL, a nossa Integração da América Latina, reunindo Paraense, amapaense, maranhense, carioca, capixaba, catarinense e muitos BRASILEIROS ousados e desafiadores para SUPERAR Limites e se POSSIBILITAR na área de Novos Conhecimentos e Formação Acadêmica através da Participação dos Mestrados e Doutorados em Educação, Saúde, Administração e Tecnologias.
Ah, quanto a Validação, uma preocupação de todos: Certamente será uma Conquista em EQUIPE, cursistas e instituições. 
Lembrem-se: Na Vida estamos em constantes desafios e superações, ou seja, Conquistamos nossos Objetivos, pois a "vida só é dura para quem é mole".
Paraguay, Terra de Calor Humano e Disponibilidade para Estudar e Conhecer novos Horizontes.

Fonte : http://simaojacinto.blogspot.com

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Especialistas: tecnologia nas escolas depende de mais conteúdo



Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.

Depois de prefeituras e governos estaduais receberem ou adquirirem cerca de 574 mil laptops por meio do Programa Um Computador por Aluno (UCA), o Ministério da Educação (MEC) acena com a possibilidade de inserir os tablets nas salas de aulas das escolas públicas brasileiras. Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.



A diretora da Fundação Pensamento Digital, Marta Voeclker, aponta que a escola pode "mudar de paradigma" a partir da tecnologia. Ela ressalta que o uso das máquinas - seja um computador, laptop ou tablet - pode transformar a lógica do aprendizado. Alunos deixam de ser meros "recebedores" de conteúdo e podem evoluir para autores. "A tecnologia nos ajuda a sair de uma educação por instrução e memorização para uma educação de construção e colaboração. Umatecnologia que a criança use a imagem, escreva e formalize ali seu entendimento. Se tenta mudar a escola há 100 anos e a tecnologia vem ajudar nisso", explica.


Sob esse ponto de vista, Marta defende que o "hardware" não importa tanto. O essencial é ter à disposição ferramentas que possibilitem um uso educacional de laptops e tablets para que as máquinas não sejam meros reprodutores dos conteúdos que já estão nos livros didáticos. "A escola vai aos poucos se tornando digital, os professores estão fazendo blogs, a gente se apropria das redes sociais, mas não há algo pensado para a escola que precisa de uma transição para a época digital", aponta.


A especialista no uso das tecnologias da educação ressalta, entretanto, que essa transição da escola analógica para a digital precisar ser feita aos poucos. Leva tempo e exige uma reflexão da sociedade a respeito do que se espera da escola. "Quando o educador começa a trabalhar esses projetos chega um momento que o sistema não reconhece o que ele está fazendo. Isso está acontecendo em todo o mundo. No Brasil nós temos um ambiente mais propício à mudança, até do ponto de vista da legislação. Mas é uma mudança grande porque aí chegam as avaliações que hoje ainda se baseiam muito na memorização", diz Marta. "O que precisava é de um pensamento estratégico dentro do governo para pensar esse assunto a longo prazo", completa.


Para Ilona Becskeházy, diretora da Fundação Lemann, a primeira e principal estratégia é buscar conteúdos pedagógicos que possam ser acessados por meio dos equipamentos. "Se você não selecionar conteúdo de alto padrão, tanto faz se é papel, lousa, ou tablet. E isso a gente não faz no Brasil. A lógica deveria ser: primeiro você busca o conteúdo e depois você procura como é a melhor maneira de distribui-lo. Se ele for bom pode ser até um mimeógrafo", critica.


Em 2012, pela primeira vez, o edital publicado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra dos livros didáticos que são distribuídos às escolas públicas do País inclui os chamados "objetos educacionais complementares aos livros didáticos". Isso significa que as editoras poderão apresentar conteúdos em formato digital que, se aprovados, poderão ser adquiridos pelo governo para uso na rede pública.

Fonte: terra.com.br

sábado, 21 de janeiro de 2012

Bullying na Internet é problema global, mostra pesquisa


Mais de 10 por cento dos pais ao redor do mundo afirmaram que seus filhos sofreram bullying na Internet e quase um quarto conhece um jovem que já foi vítima das intimidações na Web, segundo uma pesquisa da Ipsos/Reuters.

Mais de três quartos das pessoas questionadas na pesquisa global consideraram o ciberbullying diferente de outros tipos de perseguição e disseram que ele merece atenção especial e esforços de pais e de escolas.
"Os dados mostram claramente um apetite entre pessoas ao redor do mundo por uma resposta direcionada ao ciberbullying", disse Keren Gottfried, da empresa de pesquisas Ipsos, que conduziu a pesquisa.
Ela acrescentou, contudo, que depende dos educadores agir de acordo com essa demanda.
A pesquisa online, que englobou mais de 18 mil adultos em 24 países, dos quais 6.500 são pais, mostrou que o veículo mais utilizado para o ciberbullying são sites de redes sociais como o Facebook, citado por 60 por cento das pessoas.
Aparelhos móveis e salas de bate-papo na Internet ficaram nos distantes segundo e terceiro lugares da pesquisa, sendo que cada um deles foi citado por 40 por cento das pessoas.
Embora a pesquisa tenha mostrado que a conscientização sobre o ciberbullying é relativamente alta, com dois terços das pessoas afirmando que ouviram, leram ou viram informações sobre o fenômeno, a pesquisa mostrou que há muitas diferenças culturais e geográficas a respeito dele.
Na Indonésia, 91 por cento dos entrevistados disseram conhecer o ciberbullying. Na Austrália, o número foi de 87 por cento, e Polônia e Suécia ficaram a seguir. Mas somente 29 por cento das pessoas ouvidas na Arábia Saudita e 35 por cento dos entrevistados na Rússia haviam ouvido sobre o ciberbullying.
Nos Estados Unidos, onde divulgou-se amplamente casos de ciberbullying ligados a suicídios de adolescentes, o número foi de 82 por cento.

Fonte: noticias.uol.com.br

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO E NO ENSINO DE IDIOMAS



 O desenvolvimento tecnológico da humanidade está refletido na história da educação. A tecnologia, à medida que evolui, vai mobilizando e moldando todos os setores da sociedade. A história da educação mostra que o conceito de tecnologia vai além do senso comum. Assim, em determinados momentos históricos, um mero lápis ou giz constituiu uma  nova tecnologia, incorporada nos processos de ensino e aprendizagem. Inúmeras têm sido as tecnologias usadas e aplicadas na área de Educação:  imprensa,  papel, lápis,  caderno,  lousa,  quadro branco, mimeógrafo, flanelógrafo, rádio, gravador, LP, fita cassete,  microfone, TV, vídeo, CD, DVD, xerox, PC, impressora, Internet, softwares, etc. A figura 2 exibe algumas das possibilidades de produtos tecnológicos aplicáveis à educação neste início de século.

O Desenvolvimento do Raciocínio Lógico

O desenvolvimento do raciocínio lógico nos alunos é uma necessidade para fazê-los pensar de forma mais crítica acerca dos conteúdos das diferentes disciplinas, tornando-os mais argumentativos com base em critérios e em princípios logicamente validados.Veja o artigo na integra no link abaixo : http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo10/artigos/4eGiliane.pdf



Fonte : http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo10/artigos/4eGiliane.pdf

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Youtube na sala de aula


A fim de ajudar o professor a pensar sobre o uso das redes sociais de maneira pedagógica, a Nova Escola disponibilizou esse mês, em seu portal que está de cara nova, uma matéria com oito motivos favoráveis ao uso do Youtube na sala de aula:

1- Oferecer conteúdos que sirvam como recursos didáticos para as discussões em aula
2- Armazenar todos os vídeos que você precisa em um só lugar
3- Montar um acervo virtual de seus trabalhos em vídeo
4- Permitir que estudantes explorem assuntos de interesse com maior profundidade
5- Ajudar estudantes com dificuldades
6 - Elaborar uma apresentação de slides narrada para ser usada em sala
7 - Incentivar os alunos a produzir e compartilhar conteúdo
8 - Permitir que os alunos deixem suas dúvidas registradas
Particularmente, acredito que, a partir de um planejamento sistematizado, o Youtube, assim como outras ferramentas da Web 2.0, podem contribuir com importantes aspectos no processo de ensino aprendizagem. Dentre eles a autoria, interação, criticidade, comunicação etc.

Acessem o link e confiram a matéria na íntegra em: 8 razões para usar o Youtube em sala de aula. Ah... E se você tem alguma experiência e/ou opinião a respeito, sinta-se convidado a compatilhar conosco!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bullying

O bullying, um ato violência física ou psicológica praticados para atingir alguém ou um grupo comumente praticado contra crianças no universo escolar, passou a ter novas características e dimensões com o uso da internet.

Diferente da modalidade tradicional, o ciberbullying garante o anonimato e suas vítimas podem sofrer muito mais pela dimensão que o ato pode alcançar. Pesquisa realizada pela Organização Não-Governamental (ONG), SaferNet em 2008 com 875 jovens internautas, constatou que 38% foram vítimas de ciberbullying e 44% dos amigos "reais" já sofreram esse tipo de violência ao menos uma vez.

O psicólogo e diretor de prevenção e atendimento da Safernet Brasil, Rodrigo Negm, explica que a prática do ciberbullying prolonga a ação, anteriormente restrita ao ambiente escolar, por exemplo, quando o professor ou diretor repreendiam o aluno ou grupo que promoviam a violência.

Hoje, um material difamatório postado na internet, mesmo que seja retirado em pequeno espaço de tempo, pode vir a ser reproduzido por outros internautas, causando um transtorno interminável à vida da vítima.

"Na internet a humilhação, que ficava restrita a um âmbito, geralmente escolar, ganha maior dimensão no espaço público da internet. O mundo inteiro pode ter acesso a esse tipo de agressão. A família, os amigos veem essa mensagem. A criança não consegue escapar da agressão, até porque alguém pode guardar esse material e postá-lo novamente".

O psicólogo dá algumas dicas aos pais que querem saber se os filhos têm sofrido qualquer tipo de agressão do ciberbullying: "sinais de depressão, falta de vontade de ir à escola e brincar com os amigos ou dificuldades para dormir."

Para conter os crimes do ciberbullying, a SaferNet Brasil em parceria com o Ministério Público e a polícia federal criou um canal de denúncias contra crimes na internet: www.denuncie.org.br. Recentemente foi lançado a rede social que promove o uso consciente do mundo virtual, oferecendo ao usuário algumas discussões no endereço www.netica.org.br .

Rodrigo Negm lembra que é preciso manter o diálogo entre pais e filhos para que a vítima se sinta à vontade para denunciar esse tipo de violência.
"A tecnologia mais importante para combater crimes da internet é a relação de confiança entre pais e filhos. É um recurso que vai além de filtros e bloqueios. As crianças elas devem conversar com os pais e contar com a ajuda deles, caso percebam algum tipo de agressão pela internet".

Fonte: Agência Brasil

sábado, 29 de outubro de 2011

HOMENAGEM A CARLOS DRUMMOND


Agora é oficial: 31 de outubro passa a ser o “Dia D” – D de Drummond. 

Fonte :https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHpk16nU3pre82ed7iSKFMfR7Q7oBfnl1VBCzbeJr9qQQB9QdsimS4LU0E1DyeKI-G778GD2bnaJ6fRN5COtzLrGVIQVE_whjQBisRCnWSMlVah-qdBpYIlP108-FkaRa3Ke3L-eTOWXA/s400/POESIA+-+FRASE+DE+DRUMMOND.jpg


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Conectivismo - Aprendizagem na Era Digital

As teorias de aprendizagem evidenciam o processo de aprender é que dinâmico e pessoal. E este é individual contínuo no qual o sujeito  é agente ativo na busca e construção de conhecimento, dentro de um contexto significativo.
Fonte :http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=GGVysr1BpLw

domingo, 23 de outubro de 2011

Para onde caminhamos na educação


Caminhamos aceleradamente rumo a uma sociedade muito diferente que em parte vislumbramos, mas que nos reserva inúmeras surpresas. Será uma sociedade muito mais conectada, móvel, com possibilidades de comunicação, interação e de aprendizagem muito mais fascinantes ainda.
     
Todas as sociedades educam, transmitem seus valores tradicionais e uma visão de futuro. Como será feito isto concretamente daqui a vinte ou trinta anos, não o sabemos. Mas caminhamos para uma sociedade cada vez mais complexa, pluralista, democrática. Por isso será necessário aprender a construir um percurso intelectual mais difícil, cheio de inúmeras ramificações e opções; aprender a conviver com as diferenças de visões de mundo, de valores, de grupos; a fazer escolhas mais provisórias; aprender a comunicar-nos de forma mais abrangente, integrada, participativa, equilibrando o individual e o social. As decisões sociais serão mais debatidas ao vivo. Haverá muitos mais referendos diretos, sem tantos intermediários.
     
A informação estará sempre mais disponível, de muitas formas, por muitos canais. Quem quiser aprender, terá a sua disposição muitas formas de fazê-lo, sozinho, em pequenos grupos; informal ou formalmente, com tutoria ou de forma autônoma, com certificação ou sem ela. Caminhamos da pobreza digital para a conectividade 24 horas, em qualquer lugar, com múltiplos recursos, pessoais e digitais como robots. Precisaremos de instituições sérias para ajudar-nos nos cursos de maior duração, nos que certifiquem profissionalmente. Mas não precisaremos ir todo o dia a uma sala de aula para aprender. Haverá formas muito ágeis, diversificadas, flexíveis, adaptadas ao ritmo e necessidades de cada aluno para aprender e ajudar a aprender.
   
As tecnologias evoluem muito mais rapidamente do que a cultura. A cultura implica em padrões, repetição, consolidação. A cultura educacional, também. As tecnologias permitem mudanças profundas já hoje que praticamente permanecem inexploradas pela inércia da cultura tradicional, pelo medo, pelos valores consolidados. Por isso sempre haverá um distanciamento entre as possibilidades e a realidade. O ser humano avança com inúmeras contradições, muito mais devagar que os costumes, hábitos, valores. Intelectualmente também avançamos muito mais do que nas práticas. Há sempre um distanciamento grande entre o desejo e a ação. Apesar de tudo, está se construindo uma outra sociedade, que em uma ou duas décadas será muito diferente da que vivemos até agora.
   
Aos poucos a escola se tornará mais flexível, aberta, inovadora. Será mais criativa e menos cheia de imposições e obrigações. Diminuirá sensivelmente a obrigação de todos terem que aprender as mesmas coisas no mesmo espaço, ao mesmo tempo e da mesma forma.
     
Toda sociedade será uma sociedade que aprende de inúmeras formas, em tempo real, com vastíssimo material audiovisual disponível. Será uma aprendizagem mais tutorial, de apoio, ajuda. Será uma aprendizagem entre pares, entre colegas, e entre mestres e discípulos conectados, em rede, trocando informações, experiências, vivências. Aprenderemos em qualquer lugar, a qualquer hora, com tecnologias móveis poderosas, instantâneas, integradas, acessíveis. Não precisaremos ir a lugares específicos, o tempo todo. Iremos para alguns contatos iniciais e para a avaliação final. O restante do tempo, estaremos conectados audiovisual e interativamente, quando o quisermos, com quem quisermos. Haverá formas de acelerar o acesso à informação (implantes e outros recursos que a nanotecnologia nos promete). Haverá máquinas inteligentes (robots, em muitos aspectos mais inteligentes que os humanos). Por isso, é impossível antecipar a educação do futuro, mas podemos apontar alguns caminhos que nos ajudarão a mudar radicalmente o panorama atual tão conservador e massificado que ainda temos atualmente.
    
Estamos caminhando para uma aproximação sem precedentes entre os cursos presenciais (cada vez mais semi-presenciais) e os a distância ou on-line. Teremos inúmeras possibilidades de aprendizagem que combinarão o melhor do presencial (quando possível) com as facilidades do virtual.

Em poucos anos dificilmente teremos um curso totalmente presencial. Por isso caminhamos para fórmulas diferentes de organização de processos de ensino-aprendizagem. Caminhamos rapidamente para a flexibilização progressiva e acentuada de cursos, tempos, espaços, gerenciamento, interação, metodologias, tecnologias, avaliação. Isso nos obriga a experimentar pessoal e institucionalmente modelos de cursos, de aulas, de técnicas, de pesquisa, de comunicação. Todas as universidades e organizações educacionais, em todos os níveis, precisam experimentar novas soluções para cada situação, curso, grupo.

Com a educação on-line, com o avanço da banda larga, dos tablets, smartphones, a TV digital e toda a integração das mídias, teremos todas as possibilidades de aprender: de cursos totalmente prontos por videoaulas até os construídos ao vivo, com forte interação grupal, imersão sensorial e pouca previsibilidade. Realizaremos cursos totalmente personalizados e outros baseados em intensa colaboração. Teremos cursos totalmente digitais e outros híbridos, com momentos presenciais. Muitas pessoas aprenderão com outras e só se submeterão a algum tipo de avaliação final para fins de certificação.

Podemos pensar em cursos cada vez mais personalizados, mais adaptados à cada aluno ou grupos de alunos. Cursos com materiais audiovisuais e atividades bem planejadas e produzidas e que depois são oferecidos no ritmo de cada aluno, sob a supervisão de um professor orientador ou de uma pequena equipe, que colocam esse aluno em contato com grupos em estágios de aprendizagem semelhantes. Os professores agirão muito mais como tutores, como hoje acontece na pós-graduação. Acompanham o percurso dos alunos a eles confiados, e monitoram os projetos pedagógicos dos alunos individualmente e também em grupo; os supervisionam e gerenciam para que obtenham os melhores resultados. Os professores mapeiam a pesquisa, as atividades. Marcam algumas reuniões presenciais e outras virtuais. Trabalham de forma integrada com outros colegas nos mesmos projetos. O currículo é muito mais livre, escolhido de comum acordo entre alunos, professores e instituição. Há alguns momentos comuns presenciais e/ou virtuais (totalmente audiovisuais e interativos), mas, a maior parte do tempo, o processo é virtual e em tempos diferenciados.
    
Tudo isto exige uma pedagogia muito mais flexível, integradora e experimental diante de tantas situações novas que começamos a enfrentar.
    
Uma educação inovadora se apóia em um conjunto de propostas com alguns grandes eixos que lhe servem de guia e de base: o conhecimento integrador e inovador; o desenvolvimento da auto-estima/auto-conhecimento (valorização de todos); a formação de alunos-empreendedores (criativos, com iniciativa) e a construção de alunos-cidadãos (com valores individuais e sociais).
      
São pilares que, com o apoio de tecnologias móveis, poderão tornar o processo de ensino-aprendizagem muito mais flexível, integrado, empreendedor e inovador.

____________________________ 
Este texto faz parte do meu livro A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá (5ª Ed, Campinas, Papirus, 2011), p. 145-148 (com atualizações).

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Como dizer "e se..." em inglês?

Você já pensou ter de dizer “e se...” em inglês? Como você diria isso? Como você acha que deve ser dito? Como você responderia se alguém te perguntasse isso? A maioria das pessoas quando questionadas sobre isso responde que é só dizer “and if...”. Afinal, é o mais lógico. No entanto, recomendo que você leia essa dica para não cometer esse erro ao falar inglês com alguém.

Para ficar tudo muito mais claro, veja as sentenças abaixo em português para ter uma ideia do que estou realmente falando.
  • E se der tudo errado?
  • E se não tiver ninguém lá?
  • E se ela não gostar de mim?
  • E se ele falar que não?
  • E se a gente não souber lidar com a situação?
Claro que a vontade que dá é a de traduzir este “e se...” do jeito mais fácil, não é mesmo? Mas, não faça isso. Anote aí que para dizer “e se...” em inglês o certo é “what if...?”. Assim, as sentenças acima ficarão assim em inglês:
  • What if everything goes bad?
  • What if there’s nobody there?
  • What if she doesn’t like me?
  • What if he says no?
  • What if we can’t handle the situation?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Revista TV Escola

As novas tecnologias da informação e comunicação chegaram para nos inserir definitivamente na era do trabalho coletivo. A matéria de capa desta edição aborda os programas de formação que estão aí para alinhar a escola com esta dinâmica revolucionária.

A seção Mundo Virtual apresenta o Portal da TV Escola, que disponibiliza online os vídeos exibidos no canal e disponibiliza um leque de propostas para sua utilização em sala de aula. Viajamos pelo Brasil para mostrar as escolas finalistas ao Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar. Em Rondônia, vimos de perto as razões pelas quais as escolas da região se destacam no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

 Fonte : http://tvescola.mec.gov.br

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O MEC (Ministério da Educação) vai distribuir tablets a escolas públicas a partir do próximo ano.


Informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15ª Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.
Haddad afirmou que o edital para a compra dos equipamentos será publicado ainda este ano. "Nós estamos investindo em conteúdos digitais educacionais. O MEC investiu, só no último período, R$ 70 milhões em produção de conteúdos digitais. Temos portais importantes, como o Portal do Professor e o Portal Domínio Público. São 13 mil objetos educacionais digitais disponíveis, cobrindo quase toda a grade do ensino médio e boa parte do ensino fundamental."
O ministro disse que o MEC está em processo de transformação. "Precisamos, agora, dar um salto, com os tablets. Mas temos que fazer isso de maneira a fortalecer a indústria, os autores, as editoras, para que não venhamos a sofrer um problema de sustentabilidade, com a questão da pirataria."
Haddad não soube precisar o volume de tablets que será comprado pelo MEC, mas disse que estaria na casa das "centenas de milhares". Ele destacou que a iniciativa está sendo executada em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia.
"O MEC, neste ano, já publica o edital de tablets, com produção local, totalmente desonerado de impostos, com aval do Ministério da Fazenda. A ordem de grandeza do MEC é de centenas de milhares. Em 2012, já haverá uma escala razoável na distribuição de tablets."
Fonte: Info Exame

sábado, 10 de setembro de 2011

Sala de aula digital e professor de alta tecnologia , Um sonho Possível

SE OS olharmos parágrafo Dados apontados Pelo Banco Mundial, a Educação no Brasil JÁ UMA Apresenta melhora estimulante. Afinal, Somos o País Que Mais rapidamente aumentou um. Escolaridade Média da População Entre 1990 e 2010, Passando de 5,6 par 7,2 Anos, tomando o Recorde Que era da China Tambem Somos UM dos paises com o Maior Avanço no Aprendizado dos Alunos, Conforme medido Pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), no periodo de 2000 a 2009. Mas Como sabemos, ainda HÁ UM Longo Caminho Pela Frente, repleto de Desafios parágrafo Que realmente tenhamos UMA Educação de Melhor Qualidade.
Em Busca de Melhorias os tais, está online Análise los, sem Congresso, hum Conjunto de Metas da Educação brasileira parágrafo OS Próximos 10 Anos, o Plano Nacional de Educação (PNE). Entre como varias PROPOSTAS, CONSTA um Melhoria da Qualidade dos Ensinos Médio e fundamentais EO aumento dos Recursos aplicados nd área - Medidas Que inclusive JÁ foram anunciadas Pelo Ministro da Educação, Fernando Haddad, Prioridades Como. Em meio um tais avanços, está online o Desafio de encontrar forma de ensinar UMA alinhada à era digital, Tema Que incendeia debates e vai Muito ALÉM das Questões de Investimento, Passando, definitivamente, Pela Formação do professor, algoritmos Que É, NA MESMA Medida, decisivos na e desafiador ..

Afinal de contas, Como si só Dá o USO da Tecnologia em sala de aula? Ela atrapalha Ajuda UO? A IDEIA de manter Vários Alunos atentos de Todos os dias, Por Pelo Menos Cinco horas, somente com OS Recursos Tradicionais, Parece nao casar com um Eficiência Mais Que precisamos. Hoje, muitos Alunos temperatura Acesso à internet, em Casa UO los lan houses , Fazendo com Que Aulas Completamente "analógicas" nao sejam estimulantes.

A Solução Mais Rápida, entao, séria democratizar o Acesso à internet. Mas apenas séria Isso mesmo? Verdade e Bem Que Dois Estudos inéditos demonstraram Como uma Tecnologia ajudou um como melhorar notas. A Fundação Carlos Chagas, Por Exemplo, concluiu UMA Avaliação dos Estudantes das Escolas Públicas do Município de São José de Freitas (PI), Que DESDE 2009 estudam com o Apoio de lousas Interativas, laptops e softwares Educativos pessoas físicas. De acordo com O Trabalho, OS Alunos melhoraram SUA Média de Matemática los 8,3 Pontos, enquanto OS Que nao usaram uma Tecnologia avançaram apenas 0,2 pontos.

O Segundo Caso, da Unesco, avaliou o Desempenho de Alunos de Escolas Públicas de Hortolândia (SP), Que usaram salas de aula com lousa digital e Computador Por Aluno da UM. O Avanço FOI Duas de um Sete vezes Maior los Relação EAo Colegas Que estavam los salas comuns. Não entanto, Como Toda Questão Dois Lados temperatura, ha de si ressaltar UMA Pesquisa do Ministério da Educação do Brasil, mostrou Opaco Opaco Opaco Alunos estudaram Anos Por Três los Escolas com Computador estavam Pelo Menos SEIS Meses atrasados ​​no Aprendizado los Relação EAo Outros.

Dessa forma, FICA uma Questão: o Sucesso parágrafo Que Haja Melhorias no Aprendizado Depende apenas da Tecnologia? Nao. Definitivamente, nao adianta substituir Caderno notebook por e Quadro verde Por lousa digital de Estratégia e SEM CONTEÚDOS, SEM UMA aula preparada Pelo professor de uma forma contemplar uma Tecnologia. Nao HÁ Dúvidas, o Sucesso da era digital do ensino ocorrerá somente quando ocorrerem simultaneamente Duas Ações: a inserção da Tecnologia nd sala de aula e hum professor Preparado parágrafo explora-la ao Lado Alunos de SEUS.

Para finalizar, vale trazer um par DISCUSSÃO um Pesquisadora do Ministério da Educação do Brasil (MEC), Elza Cruz, candidata AO Título de PhD no Curso de Design e Tecnologia da Universidade instrucional Tecnológica de Virgínia (EUA). Para ela, nao significa disponibilizar Tecnologia implementa-la de forma Eficaz, env HÁ UMA grande Diferença Entre Seu OSU nenhum dia um dia e Como UMA Ferramenta instrucional. Ou SEJA, hum professor Precisa serviços Preparado, de Preferência ainda Durante Seu Processo de Formação, par o OSU Dessa Ferramenta los sala de aula. Quando ISSO nao Acontece, o resultado frustrante é.

Fazer compras pela Internet UO Acessar como Redes Sociais nao São Critério parágrafo si alguem dizer Que está offline pronto par lecionar los hum Ambiente digital. A Tecnologia Aplicada à Educação e significativa e envolva Conhecimento NAS Áreas de Teoria de ensino e Aprendizagem Associados AO USO de Tecnologia da Comunicação. Inserir o USO das Novas possibilidades Digitais nd Formação do professor SE FAZ imprescindível e desen serviços UMA exigência dos Programas de Instituições de ensino. Somente quando uma Tecnologia Chegar à sala de aula EO professor estiver pronto parágrafo Fazer o Seu Melhor OSU, Que É uma Educação poderá SUA TRAJETÓRIA Mudar Rumo hum um novo Padrão de Qualidade.

Vivian Manso e Especialista em Tecnologia Educacional.