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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Formar, eis a questão!

Em todos os momentos de nossa vida estamos sempre em “formação”. Formar é o processo contínuo de construção do conhecimento, pelo qual passamos e que não há finalização... A não ser com a morte! E quem sabe esse processo não continua na eternidade, em outros níveis, como o espiritual, por exemplo!

     Falar e realizar a formação continuada nos dias atuais não é fácil. Há quem torça o nariz, há quem diga que é indispensável e ainda que seja uma onda de modismo! Opiniões à parte, todos concordam que sem ela não temos como nos desenvolver, sobretudo, no campo profissional. Chega-se a pensar que só tem valor aquela formação (curso) que é paga do seu bolso, pois esta você irá pensar duas vezes antes de reclamar se presta ou não!
     A formação em si não significa nada se o formando não se debruçar no sentido de querer, de desejar ser formado, seja por conta própria, seja inserindo-se em capacitações, aperfeiçoamentos ou especializações, nos mais diferentes formatos e tempo, com as mais variadas cargas horárias, metodologias e finalidades.
     Após nos formarmos em quaisquer desses aspectos apresentados, qual é a nossa relação com o saber construído? Em que ele é aplicado? Que resultados se têm a curto, médio e longo prazo? Ou não tem resultado?
     Essa reflexão é muito pertinente antes de ingressarmos em qualquer curso proposto, pois as respostas positivas diante dela é o que nos fará avaliar se estamos no rumo certo desse investimento, seja ele de iniciativa própria ou por estar inserido em um campo que requer aperfeiçoamento profissional contínuo por ocasião do desenvolvimento de projetos, propostas ou ações, como é comum na área da Educação.
     Esse é um caminho que, ao ser iniciado, não tem volta, é como a invenção da roda! A roda que nos move rumo ao conhecimento gradativo e necessário a nossa atuação docente. Quem não tem a pré-disposição para trilhar esse caminho está fadado a ser atropelado, seja pela roda, seja pelos que conduzem o carro no qual está essa roda, ou seja, todos nós!
     Reflita como está o seu desenvolvimento profissional continuado. Qual tem sido seu interesse, compromisso, determinação e, sobretudo, ações frente a essa questão que suscita tantas reclamações, mas que é tão necessária ao avivamento profissional e por que não dizer pessoal.
     Alessandra Camargo é técnica da Secretaria de Educação do Tocantins e Mestre em Educação pela Universidade de Brasília (UnB), com ênfase em Formação Continuada.
Fonte : Revistas , Profissão Mestre e Gestão Educacional

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